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Marcelo “bala de” Prata

Seu nome é Prata,

Marcelo Prata.

De sorriso argentino.

E a decepção de ouro.

Te dei um escrito, cheio de carinho.

E o que recebi em troca? Pedras e bloqueios no caminho.

Você não foi o homem que um dia amei, que num dia escrevi prosa pra dizer o quanto me marcou.

As lembranças ficarão e a mácula também.

Poderia ter aceitado o escrito? Não queria o seu corpo, ou seu sexo, isso já passou, queria apenas compartilhar lembranças de um lindo momento. Será que foi sofisma seu dizer que recordava dos nossos beijos? Nosso gozo no ano passado?

Meu amor se desvelou nas sombras do meu inconsciente, mas guardei no fundo da gaveta emocional. Houve momentos em que te desejei ardentemente e pensei que não iria aguentar a solitude e a saudade, mas resisti e descobri o meu lugar.

Será que vale a pena escrever essas linhas pra você?

Se eu as escrevo é porque ainda as lembranças boas se sobrepõem ao poço de ingratidão que você é.

Sinto um ódio imenso desse Marcelo Prata rico celebridade, que é incapaz de receber desarmado linhas que descrevem a sua entrega a sensações que só eu pude dar. Por mais que tente, ninguém poderá replicar o que senti e dei a você e que senti contigo dentro de mim.

Neste epitáfio quero expurgar sua memória de mim. Às favas as boas e más recordações! Quero mortas como as pedras que repousam!

Descanse em paz Marcelo e amor para o Prata.

#RIP

Por Astrovalda Junqueira

Ghost Writter, "Literateuta"
"Escrever para não enlouquecer, novo bálsamo à alma"

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