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Reflexões políticas e algum devaneio sentimental.

Tanta coisa pra falar sobre os fatos políticos que estão acontecendo, a cada dia um absurdo diferente, mas é praticamente impossível acompanhar e escrever sobre tudo. Eu teria que fazer desse blog um portal jornalístico, praticamente 24 horas por dia, toda hora tem alguma coisa acontecendo. A mente fica confusa e às vezes, ter que ranquear em escala decrescente a lista de descalabros proferidos pelos integrantes do (des) governo e desenvolver um texto se torna muito cansativo.

Acredito que é uma estratégia governamental: desviar o foco do que realmente importa. Por incapacidade de gerir e mitigar problemas sérios, usam de polêmicas para que fiquemos esmiuçando esses absurdos enquanto eles se eximem de culpa e responsabilidade.

Accountabillity, uma palavra cara à Administração Pública e que deixou de existir nos atos administrativos, oficialmente, em janeiro desse ano; estamos entregues à própria sorte, vivendo sem compaixão e com medo da morte…

Mesmo diante de tantas adversidades meu organismo reagiu de um jeito diferente do que imaginei, pensei que morreria por dentro, mas vejam só que ironia do destino! Logo eu tão realista e não afeita ao otimismo, estou otimista.

Tentarei explicar com clareza isso: tem um quê de “no final tudo vai dar certo”, “um olhar positivo”, mas o otimismo nesse caso, é a força motriz que me move da inércia depressiva e me faz inventar algum jeito de mudar as coisas. Seja escrevendo no blog, seja elaborando materiais políticos para minha categoria de trabalho, a autodefesa do meu corpo (social e biológico) entrou em ação sem que eu percebesse.

Não me lembro de estar tranquila em minhas resoluções como estou agora. O meu subconsciente deve ter bloqueado os pensamentos nocivos que iriam psicossomatizar. Durante a eleição eu era a cara do sofrimento, sofria com a incerteza, não comia e nem dormia direito, depois da morte da democracia porém, fui do luto à luta, deve ser por isso que ainda não caí…

Ia falar nesse texto sobre amor, eu e minhas paixões complicadas… Tentaria fazer um paralelo entre sentimento e política, ou justificaria não falar de política pra poder falar de amor. Mas a história tomou outro rumo, ainda bem!

Porque o Brasil tem jeito, mas minha vida sentimental não! Gargalho, não choro. Me resigno, não com o status quo e sim com o meu desastre amoroso; chego à conclusão de que minha companhia já me basta.

Por Astrovalda Junqueira

Ghost Writter, "Literateuta"
"Escrever para não enlouquecer, novo bálsamo à alma"

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