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Continue reading →: Cinco anos se passaram…
Para mim parece que foi ontem! Nunca mais fui a mesma após o pandemônio, sobrevivi, mas, a que custo? Vieram algumas coisas boas depois em minha vida, algumas muito boas mesmo, de verdade! Mas, sinto que com o pandemônio morreu em mim a alegria de viver, o brilho no olhar,…
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Continue reading →: Poeminha (réplica)
Quisera eu ser a pessoa dos seus pensamentos. Quisera eu ser parte desses versos desejosos… Quisera eu ser a musa inspiradora! Coisa de ego… Sei que não estou lá e hoje já nem posso. Porém, não importa se hoje sou ontem. Ontem fomos felizes! Recordar é viver e é essa…
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Continue reading →: No fundo do poço sempre tem um alçapão
Este ano resolvi me ausentar de qualquer engajamento para qualquer político. Todo ano eleitoral é foda, mas esse tá insuportável demais! Depois que abriram o bueiro do bolsonazismo, todos os tipos de violências alcançaram altos índices, a Política tradicional que já estava batendo biela agora morreu mesmo! O Bolsonazismo supera…
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Continue reading → : 8%
Enquanto a floresta queima e o ar fica irrespirável, todos fingimos viver como se nada estivesse acontecendo. Somos todos culpados, em maior ou menor grau, pela lástima do presente e do porvir. Por isso, de maneira cínica continuamos e nos excluímos das responsabilidades nesta catástrofe climática. Aventureiros institucionais (eleitos pela…
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Continue reading →: Cartas Marcadas
Rubinho Nunes é Justo Veríssimo, de Chico Anísio. A representação do fascismo brasileiro, que atravessa gerações na elite e era “suavizado”, Justo Veríssimo era admitido como personagem absurdo e por isso mesmo retratado de maneira histriônica.Já o Rubinho é a versão acabada e real do personagem, retrato de um tempo…
