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Continue reading →: A gente colhe o que planta
São Paulo Maio de 2020. Dia 57 da Quarentena. Será que sou uma pessoa tão horrível, por não sentir pena de quem negou a pandemia e morreu de Coronavírus? Por ficar irritada com essas pessoas que defendem apaixonadamente o fim do isolamento social e deliberadamente se aglomeram, depois ficam doentes…
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Continue reading →: Fragmentos de memórias juvenis III
São Paulo, Maio de 2020. Dia 54 da Quarentena. Nada de novo no front, as centenas de mortes diárias causadas pelo Covid-19 e os absurdos promovidos pelo desgoverno federal estão se tornando letras frias, banais. Ao que parece a humanidade não deu certo e no Brasil ainda menos. Já passamos…
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Continue reading →: Delírios e deleites
Sonhos doces e intranquilos. Desejos pares, formas que se confundem. Se unem e giram como caleidoscópio na minha cabeça. Dias e noites intermináveis. Seu sorriso que sobe no ar e enche o ambiente, como a fumaça do meu cigarro. Esperar é uma arte. 50 dias de prisão. Su Fo Car…
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Continue reading →: Das coisas não feitas
Palavras não ditas. Nos deixam roucos. Um nó na garganta. O coração bate intensamente, Um frio na barriga… Agora, as palavras não serão acompanhadas de ações. Nos restam apenas olhares, lânguidos, pedintes… Mas sem olhar pra trás. Tudo ficou pra trás… Um novo mundo nos espera, basta sobrevivermos ao maior…
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Continue reading →: Quarentena’s Love
São Paulo, Maio de 2020. Dia 46 da Quarentena. Dei um tempo de me informar sobre o país, depois da última saída de casa que me deixou muito triste. Estou sabendo por alto que a Fezes-mor, que junta mosquitos em seu amontoado, numa cadeira do Planalto, continua com a sua…

